Passe ida: a variante do passe sem inversão

Passe ida cobre apenas uma das duas direções do par de bichos. Entenda como difere do vai-e-volta, do seco e por que é menos comum nas bancas.

📅 Publicado em 06 de maio de 2026 · ⏱ 4 min de leitura · ✍️ Por Herbert C. Morais · 🏷️ Modalidades

⚖️ Ressalva legal: o Jogo do Bicho é contravenção penal no Brasil pelo Decreto-Lei 6.259 de 1944. Este artigo tem fim educativo, histórico e estatístico, sem incentivo à aposta. Os dados aqui apresentados vêm de fontes públicas e servem ao estudo do fenômeno.

O passe ida é uma variante regional menos conhecida: o apostador escolhe os 2 bichos e a ordem em que devem aparecer, sem cobrir a inversão. Difere do passe seco apenas em algumas convenções de banca.

Passe ida × passe vai-e-volta

O passe vai-e-volta cobre as 2 ordens dos 2 bichos escolhidos. O passe ida cobre apenas 1 ordem específica. Em termos de probabilidade, o ida tem metade da chance — e em consequência o multiplicador é o dobro do vai-e-volta.

Sobreposição com o passe seco

Em muitas regiões, "passe ida" e "passe seco" são usados como sinônimos. Algumas bancas distinguem: o seco fixa os prêmios (1º e 2º, por exemplo), enquanto o ida apenas fixa a ordem entre dois bichos sem amarrar prêmios específicos. Vale confirmar.

Por que é menos popular

O ida exige o apostador ter convicção sobre a ordem, sem o "seguro" da inversão. A maioria dos apostadores prefere o vai-e-volta justamente para não perder por inversão. O ida tende a aparecer em apostas mais altas onde o multiplicador maior compensa.

Confirme sempre o jargão

O Jogo do Bicho é jogo regional com vocabulário móvel. Termos como "passe", "passe seco", "passe ida", "passe vai-e-volta" podem variar entre Rio, São Paulo, Minas e Bahia. Em caso de dúvida, peça ao apontador para escrever a regra que será cobrada.


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